Bendito é o que vem em nome do Senhor!

E o Deus da Paz te dê bom ânimo, vitória e graça abundante!

Graça, Paz e Fogo Santo!




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sábado, 23 de fevereiro de 2013

De Gospel e Louco, todo mundo tem um pouco!

Mesmo sendo cantora de uma das principais bandas do ritmo calipso, Joelma conta que pensa em gravar um álbum com uma proposta diferente.

Em entrevista à coluna Diário da Fama, do Diário de S. Paulo, a cantora disse que quer lançar um projeto gospel.

— É uma forma que encontrei de agradecer a Deus por tudo o que ele me deu e acho que ainda é pouco. Por isso, eu vou gravar um CD todo gospel em paralelo com a nossa banda.

Joelma que terá o elenco do longa Calypso, de Caco Souza, em suas turnês, provavelmente a partir de março, já dá dicas do que Deborah Secco terá de fazer para interpretá-la nas telonas e contou qual sua rotina antes de se apresentar.

— Primeiro, eu faço uma oração pedindo proteção e a benção de Deus para o trabalho. Após isso, eu tomo proteína com com BCAA [aminoácidos de cadeia ramificada] e banana. Cuido da alma, do corpo e estou pronta!

Fonte: R7

Ser crente assim é mole, quero ver abrir mão de tudo e levar a cruz, a cantora Solange da banda Aviões foi assim também, falou que iria cumprir o contrato e depois só cantaria para Deus. Alguém tá vendo ela em uma igreja, Cruzada, etc? Não! Sem renuncia, sem evangelho!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Igrejas evangélicas de Xerém dão exemplo

Igrejas evangélicas do distrito de Xerém, em Duque de Caxias (RJ), estão se unindo para ajudar as vítimas das fortes chuvas que devastaram vilas inteiras na última semana.

Mais de 5 mil pessoas ficaram desabrigadas em Xerém, já que muitas casas foram destruídas pelas águas. Para ajudar estas pessoas alguns ministérios estão aceitando doações de roupas, alimentos, produtos de higiene, remédios,colchonetes e água para poder doar aos desabrigados.

Além de receber doações e fazer a entrega desses donativos, algumas igrejas evangélicas se tornaram abrigos, recebendo dezenas de famílias que precisaram deixar suas casas diante da situação de risco.

A Igreja Metodista Wesleyana é uma das igrejas que está recebendo doações, interessados em colaborar com este trabalho solidário podem enviar donativos para a própria igreja que fica na Estrada Rio do Ouro, 51, em Xerém.

Outros lugares que estão recebendo doações são as delegacias e a Secretaria de Assistência Social de Duque de Caxias.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Quantos somos no Brasil?

Para uns somos 20,2%, ou cerca de 40 milhões de pessoas. Outros falam em 51,1 milhões. Os mais otimistas falam que em 2020 seremos mais da metade da população, ou cerca de 105 milhões de almas.

A velha máxima de que os números não mentem pode estar com os dias contados. Pelo menos, no que diz respeito a estatísticas sobre religião no Brasil. Contrariando as últimas pesquisas sobre a fé no país, que apontam os evangélicos como sendo 20,2% da população – ou menos de 40 milhões de pessoas –, diversas denominações apostam em um panorama mais otimista, no qual os crentes já seriam atualmente 51,1 milhões. Dizem mais: que, caso se mantenham as atuais taxas de crescimento do segmento cristão evangélico, os crentes em Jesus serão, já em 2020, mais da metade da população brasileira, o que equivaleria a 105 milhões de almas. Números evangelásticos (termo cunhado para se referir aos constantes exageros dos crentes) à parte,o certo é que organizações que se dedicam a estatísticas religiosas trabalham com números que apontam uma maioria religiosa protestante no Brasil em apenas dez anos.

O cálculo é feito por organizações como o Departamento dePesquisas da Sepal (Servindo Pastores e Líderes) e o MinistérioApoio com Informação (MAI), levando em conta a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas,sobretudo a de 1990. As projeções têm como ponto de partida os Censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões naquele tempo, ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, já haviam dobrado de tamanho, passando a ser 26, 1 milhões, 15,45%. “Se o crescimento anual se mantiver nesses patamares, de cerca de 7,4% ao ano, poderemos ter, sim, mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos”, aponta o pastor Luis André Bruneto, ligado ao Departamento de Pesquisas da Sepal. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas, levando-se em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país em geral, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma a matemática Eunice Zillner, do MAI.

Em relação às disparidades de números com um dos últimos levantamentos feitos, o Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, Bruneto aponta que essa classificação pode ser imprecisa. O estudo destaca uma estabilidade do crescimento pentecostal, que fica em 12% do total da população, um pequeno crescimento das denominações históricas, que passam de 5,39% para 7,47%, e um forte aumento daqueles que se dizem evangélicos, mas não estão em nenhuma denominação específica. “Essas nuances já eram esperadas quando comparadas as mesmas curvas estatísticas entre os censos de 1980 e 2000. Por outro lado, o Mapa das Religiões coloca as quase 200 classificações batistas como ‘históricas’, quando a maioria desse grupo deveria ser classificada como ‘pentecostal’. Em contrapartida, a Universal do Reino de Deus, que sofre grande concorrência, é tida também como ‘pentecostal’ – mesmo grupo no qual foram incluídas as Testemunhas de Jeová no estudo”, critica.

Apesar deste e outros notáveis equívocos, o Mapa das Religiões também confirma o que diversos estudiosos do fenômeno religioso brasileiro já vinham falando: o crescimento econômico e as melhores condições sociais e educacionais no Brasil favoreceriamuma migração de fiéis para igrejas históricas, conhecidas pelo ensino bíblico mais profundo e pela organização eclesiástica quefavorece maior participação dos membros, inclusive em termos administrativos. Já o aumento explosivo dos evangélicos, hora ououtra, acabaria levando a um processo de secularização, com o surgimento de crentes apenas “nominais”. Ou seja, é gente que se identifica como protestante por ter nascido ou feito parte de umadenominação, mas agora não frequenta mais a igreja.


Por Marcos Stefano

terça-feira, 27 de março de 2012

Avivamento: Brasas ou cinzas?

O crescimento da Igreja Evangélica Brasileira é um fato indiscutível. Chega a perturbar alguns setores sócio-político-religiosos de nossa Nação. Mas, quando recordo os idos dos anos 50 e os comparo com o que acontece hoje, posso constatar quão profundas foram as mudanças. Tempos de Avivamento, que se foram! Houve uma longa época em que os pastores eram tão poucos que algumas congregações interioranas chegavam a passar meses sem receber a visita de um. Hoje são tantos que as tribunas passaram a ficar em baixo, tal a quantidade abusiva e estonteante de “reverendos”. Isso sem precisar falar dos que se tornaram senhores feudais ao invés de despenseiros-apascentadores. Isto não é prova de Avivamento. Naquela época as divisões eram muito escassas e as opções dos membros, de escaparem para outros apriscos, eram pouquíssimas. Nalgumas cidades não havia mais que 3 igrejas, sendo uma, quase sempre Assembleia de Deus e as outras duas, igrejas tradicionais. Com o advento do neo-pentecostalismo alterações estruturais passaram a acontecer. Hoje as igrejas são contadas aos milhares e os seus membros, aos milhões. Uma igreja para cada quarteirão, como média modesta. Nalguns casos, 5 ou mesmo 10. Algumas dessas comunidades são muito mais aquários que apriscos. Por não terem graça para ganhar almas, muitos de seus líderes se especializam em cuidar de aquários. Um sinal de que não existe mais Avivamento. Alguns anos atrás havia um pastor para cada 400 membros. Hoje, em alguns lugares, um para cada 10. Sinal das cinzas do Avivamento. O crescimento espantoso das igrejas seria por si só um motivo para celebrações espetaculares de gratidão a Deus pelo grande avivamento brasileiro. Mas, nem tudo é Avivamento. Existem as igrejas que insistem em dizer ao povo que não precisa sofrer. Isto não é Avivamento. Outras há que mesclaram todos os tipos de música e formalizaram uma babel de “louvores”, numa horizontalidade mórbida que assassinou o sacro e entronizou o profano. Isto não pode ser Avivamento. Algumas comunidades usam práticas conhecidas há séculos dos povos fetichistas e, mais recentemente, dos terreiros de macumba que inundam os grandes (e pequenos) centros de nossa Pátria.Os que de lá saíram bem ä vontade se sentem. Isto nada tem a ver com Avivamento. O evangelismo de rua está sendo substituído pelos “blocos gospel”que assinalam sua presença em parceria com o carnaval das multidões, sustentado pelo Poder Público. Nem preciso dizer que essa anomalia não merece o nome de Avivamento. Andam dizendo por aí que aproximadamente um quinto das igrejas existentes hoje não nasceram, nem foram fundadas. São apenas fruto de rebeliões, divisões e separações traumáticas. Brasas? Não! Cinzas, com certeza. Em muitos púlpitos arrependimento, confissão de pecados e juízo vindouro foram eliminados do vocabulário homilético e pertencem a um remoto passado. Aliás, a época de Avivamento, como diria Finney. Os cultos de vigília, uma das forças motrizes da Igreja dos anos 50-80 foi definitivamente substituído por “shows” que usam o mesmo nome, mas não seguem o mesmo roteiro de fé, santidade e busca a Deus, como no passado. São “vigílias” aonde não vão os que desejam o batismo com o Espírito Santo, pois os espaços estão ocupados pelos insaciáveis e assobiadores “fãs” de cantores e pregadores, pagos a peso de ouro e tratados como celebridades, etc., etc. O avivamento passa longe dessas cinzas, algumas das quais já foram brasas. Nem preciso falar dos cultos sem Palavra, que eram desconhecidos no tempo de Paulo, uma excentricidade no tempo de Spurgeon e uma rotina nas duas décadas passadas. Brasas ou cinzas? Existem os pregadores que não tomam tempo para fazer convites para salvação e muito menos orações para cura de enfermos porque, segundo eles próprios, “isto não dá IBOPE”. No tempo dos apóstolos os frequentadores dos cultos sagrados eram chamados de varões irmãos. Hoje, são saudados como galera de Jesus. Brasas ou cinzas? Por toda parte surgem pregadores que se autodenominam de profetas, simplesmente esquecidos do exemplo do grande e último profeta da Antiga Aliança, que se comprazia em ser reconhecido apenas como a voz do que clama no deserto. Só que no tempo de João houve Avivamento. Dois grandes problemas nos ameaçam atualmente, os quais merecem especial destaque: Um, a louca corrida pela fama, pelo dinheiro e pela ostentação que brutalmente está sendo desenvolvida, e que está escandalizandogregos e troianos. Como suplemento dessa maratona materialista e vil, uns e outros se atropelam, se xingam, se denunciam, se acusam, se defendem e fazem do Evangelho um triste espetáculo. Foi-se o Avivamento, com os grandes golpes da foice do materialismo vil e brutal. Outro, o não menos macabro espetáculo de uma vasta brigada de informantes, que se comprazem em tornar públicas as mazelas acima referidas. Alguns idiotas espirituais se sentenm realizados enchendo as páginas virtuais das grandes e pequenas redes sociais, insistindo com a divulgação das desgraças que ocorrem, não no interior das celas do reino de Satanás, mas dentro mesmo dos templos sagrados e, notadamente, nos estúdios de televisão. Estamos no momento certo de recordar o que Jesus disse a respeito dos que promovem escândalos. Mateus 18.7. Se não houver arrependimento e recuo, haverá punição da parte do Dono da Igreja. Os mais tristes momentos de Israel não foram os de escravidão no Egito. Foram os de apostasia, quando houve a pior de todas as experiências: o afastamento de Deus. O dinheiro que deveria estar sustentando milhares de missionários ao redor do Mundo parece estar sendo canalizando para objetivos outros, na contra-mão do Avivamento e da Evangelização. Ou a Igreja como um todo desperta – ou daqui a pouco será tarde demais. Pior do que sofrer debaixo de um regime político autoritário e de repressão é sentir a torturante ausência da presença do Senhor, do Seu aval aos nossos projetos e do Seu apoio ao nosso serviço. Antes que seja tarde demais, que o povo de Deus abandone de vez a miserável prática de acompanhar apaixonadamente os bigbrothers da vida. Que os santos cessem de aplaudir os ímpios, mesmo os rotulados de celebridade. Que os cantores deixem de ser estrelas hoje, para não perderem o brilho do Sol da justiça amanhã. Que os pregadores não atuem como pequenos reis, para evitar que amanhã venham a ser tratados por Deus como indignos vassalos. Por toda parte encontro pastores indignados com pregadores que receberam sua oferta antecipadamente, não atenderam o compromisso agendado e nem a devolveram. Por toda parte encontro pastores indignados com cantores que lhes pediram dez mil reais para cantarem dois hinos em uma única reunião. Talvez se inspirem no exemplo dos que compram tesouros com ofertas “para promover a Obra de Deus”. Em todos esses casos, os personagens confundiram Avivamento com Abominação. Troquemos as cinzas pelas brasas. Ainda existe tempo e oportunidade para um verdadeiro Avivamento no Brasil. Mas é um tempo curto e uma oportunidade rápida. Se você sente o mesmo que eu, divulgue esta mensagem, sem qualquer receio. Se o assunto que aqui abordei não o (a) incomoda, deixe tudo como está e aguarde mais um pouco para ver a grande diferença entre as brasas de um Avivamento que É e as cinzas de um que já FOI. Como sugestão, recomendo a releitura de Joel capítulo 2. A VITÓRIA É NOSSA – PELO SANGUE DE JESUS 


Fonte: Pr. Geziel Gomes